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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

321 elas filmando!

Em meio a um ambiente com grande participação de um público masculino, eis que se destacam os cabelos negros e a super ação de duas câmeras girls! (rs) hoje resolvi mostrar a história de duas repórteres cinematográficas, uma cria nossa, Maranhense e a outra de Manaus, ambas, donas de um grande profissionalismo que merecem destaque e nosso reconhecimento neste blog, que ama falar de jornalismo e suas boas histórias!

Vamos lá?
Rafaela Gonçalves - Repórter Cinematográfica - MA

Se você é do Maranhão, sabe muito bem o que é "Moleque té doido", e nem só os maranhenses, a produção ganhou asas Brasil afora. Foi sucesso em bilheteria e até hoje se colhe bons frutos por conta desta produção. Bom, o que talvez você não saiba, é que a assistência de direção, a edição de vídeos e as filmagens foram feitas pela jovem, de 25 anos, Rafaela Gonçalves.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

321 gravando a passagem!

Andressa Miranda - gravação sobre ciência 

Aparecer na TV, é algo que o repórter não tem como fugir, certo? Certo! O momento em que ele está no vídeo,  é chamado no jargão do jornalismo de "passagem". O repórter de TV está diante da câmera assinando o conteúdo que está sendo noticiado.
Eu, Andressa Miranda, costumo dizer que é o super momento do VT!
A passagem, ela vem com uma informação forte e dever ser um grande artifício quando se precisa narrar algo e as imagens estão escassas. Ex: Acidente,
A passagem, pode e dever ser aquela cerejinha do bolo sabe? Mas, não basicamente, só porque a pessoa vai estar no vídeo, mas principalmente, porque ela tem um papel essencial na construção da notícia e  faz toda diferença no resultado final.
Então, se vamos assinar algo, que seja uma super assinatura!

Repórter cinematográfico Joel Oliveira

Joel Oliveira e Andressa Miranda gravando passagem sobre queimadas

As fotos acima, foram feitas na gravação de  uma passagem sobre queimadas, um cenário com galhos queimados no centro, para dar a dimensão maior do problema  que foi tema do VT. Baseado no texto o repórter cinematográfico Joel Oliveira avaliou o cenário para gravação.


Características da passagem:
In loco - Geralmente é gravada no cenário onde está acontecendo a notícia, e este é o grande lance de fazê la diferente! Fica com  mais credibilidade, mas há de se ressaltar, passagem não é aquela coisa SÓ PRA APARECER! Tá? Eis o grande lance deste momento da reportagem.
Passagem não é feita apenas para contar MAIS DO MESMO, porque aí, ela perde todo seu sentido.

Passagem  feita após  uma chuva em comunidade
A passagem ao lado foi gravada, no bairro João Paulo, em São Luís, precisava contar como os pedestres faziam para andar após a rua ficar alagada. Que tal andar pelo mesmo percusso hein? Tá valendo! Movimento  e participação.

É preciso zelar claro, pela imagem pessoal, mas ir muito além do: Ahhhh vou ser vista na TV. Se alguém entra para fazer jornalismo, pensando em ser famoso, celebridade, volte duas casas, a  intenção vai te derrubar!  ok?

Pode se guardar para este momento uma informação forte, assim a participação do repórter é valorizada, outro quesito importante para este momento é o cenário, convenhamos, não dá pra falar de melancia com uma plantação de uvas atrás de cenário.  O grande lance, do jornalismo como um todo, é a coerência, É saber que toda história  tem inicio, meio e fim. A Passagem não deve estar basicamente no meio, vai depender muito do fato e da construção do texto.
Joel Oliveira em meio ao cenário de queimadas

Passagem bem feita, requer tempo! Sim, escolha do cenário, espere a melhor hora para o cabelo não cair no rosto, use rebatedor para o rosto não sair escuro, postura firme! E vai!  E mesmo que dê um super trabalhão, no final, vale muito a pena o resultado no vídeo! Costumo dizer que "Passagem é vida"

Outro ponto importante: Alinhar bem com o repórter cinematográfico, levar em consideração o ambiente onde será gravado, as vezes a gente pensa num texto super legal, mas não vai casar com a imagem. Então, o diálogo e entrosamento já resolvem muita coisa, antes de apertar o rec e dizer: 321 gravando! rs


sábado, 10 de outubro de 2015

Andressa Miranda: Criança sonhadora, adulta realizadora



Andressa Miranda - SONHADORA 
 Quando eu era criança, minha mãe me enchia  de enfeite! Coisa de mãe de menina, no interior, a moda era fazer meia de crochê, enfeitar o cabelo com grandes flores e uma maquiagem de leve, para eventos especiais, tipo este, em que estou de vestido rosa, nossa era minha formatura, já tava ficando mocinha! - Dizia a minha mãe. 
Dia desses li um post, em um grande portal, sobre as coisas que eu acreditava quando era criança, eu resolvi postar algumas que me recordo agora. Infância é um momento mágico, de medos, aspirações, fantasias e mundos fantásticos.  
Toda criança tem a santa capacidade de imaginar coisas fantásticas e facilmente rebatidas  depois. Mas cá pra nós, ôh tempo bom hein? Nada de se preocupar com as contas do fim do mês, aluguel, namorado, trabalho, etc.  Mas é tempo de sonhar, e as vezes os  que a gente anseia tanto, acontece! Isto, porque eu acredito em um Deus que sonda nossos corações. <3 nbsp="" p="">
Eu quando criança, pensava algumas coisas engraçadas, ei algumas que me recordo agora:

01 - Eu acreditava que alguém tinha pintado o céu de azul, e que poderia mudar a qualquer momento
02 - Eu achava que namoro era pegar na mão de alguém do sexo oposto
03 - Eu achava que minhas primas de olhos azuis enxergavam tudo azul
04 - Achava que  a juventude era uma liberdade maravilhosa
05 - O mistério da minha vida era tentar descobrir com o leite de vaca virara leite em pó
06 -  Eu tinha medo de girar o disco da xuxa ao contrário (hahahaha risadas eternas agora)
07 - Morria de medo do Linha direta e achava que dormindo toda coberta não me aconteceria nada
08 - Eu achava meu aniversário o dia mais top do ano e saía dizendo "obrigada" para quem não me disse nada
09-  Eu achava que toda pessoa que aparecia na TV era ao vivo
10 - Eu achava, que um dia apareceria na TV

Sobre o que eu fazia na infância: Apresentava jornal na escola (11 anos), valendo nota! Falava nas rádios da escola, treinava na frente do espelho, criava textos gigantes e dizia que seria repórter.
Vovó vou ser da Tv vovó! (06 anos)  ôh mãe, vou ficar bonita na TV?  (13 anos)
Olhava o cara do jornal passando, ficava acenando e me sentindo super importante por isto.
Dava entrevista, ouvi rádio, ficava olhando as mulheres na TV e imitando em casa. Quando eu era criança,  eu acreditava que um dia seria o que sou hoje. JORNALISTA apaixonada pelo que faz! <3 p="">

Andressa Miranda - JORNALISTA